Presentes geeks (pra elas)
Unknown
23:00
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Eu sei que Valentine's Day já passou e que o Dia dos Namorados está meio longe, mas fiz uma seleção que eu amaria ganhar do meu namorado! ;)
- Sua namorada é fã do Capitão América? Ou de qualquer um dos Vingadores? Esse colar, além de lindo, também é um pen drive de 8GB! Sair linda por aí e ainda poder carregar o filme dos Vingadores pra todo lado não é pra qualquer uma.

Vi no TuesdaysAndFridays, na Etsy.
- Já pensou em surpreender com um colar com o nome da sua namorada em élfico? É muito amor por Senhor dos Anéis pra caber em um colar só.

Vi no JinxyJewels, na Etsy.
- Quem sabe se vocês dois forem fãs da franquia Resident Evil um colar de T-Virus e Anti-Virus? A briga é: quem vai ficar com qual? Eu ficaria com o T-Virus! :D

Vi no YellerCrakka, na Etsy.
- Ou quem sabe sua namorada é übergeek e curta mesmo trading card games como Magic The Gathering e não vá resistir a um bracelete como o abaixo. Aí, amigo, desça os terrenos e compre um pra ela!

Vi no MontanaMagic, na Etsy.
- Liberou na psn e a sua namorada terminou em poucos dias o jogo Bioshock Infinite. Então leve poucos segundos pra dar de presente pra ela esse colar!

Vi no leagueofshadows, na Etsy.
- Ou quem sabe mostrar todo seu romantismo com base em Game of Thrones nesses lindos chaveirinhos?

Vi no MadamePoindextra, na Etsy.
- Você é a peça que me falta. Finge que é o Link e dá pra sua Zelda!

Vi no GeekOUTlet, na Etsy.
- Esse dá pra ser tanto pra ele quanto pra ela. Quem for fã do clássico Star Trek dê um presente de vida longa e próspera! Pelo menos até que alguém os quebre...

Vi no ImpulsiveCreativity, na Etsy.
- E que tal um prato decorativo bem, ahn... diferente? Não sei se Darth Vader não usaria a força em quem os usasse de decoração na sala-de-estar...

Vi no BeatUpCreations, na Etsy.
Não vi quais efetivamente entregam (ou se entregam) pro Brasil, mas é incrível como as pessoas são criativas lá fora quando o assunto são presentes geeks. Eu teria todos! É tanta coisa legal que fica até difícil selecionar o que mostrar. Prometo que farei um post dedicado a presentes pros moços também, rs.
E aí, curtiram? Vão me dar qual de presente? Hahahaha.
Este post também foi publicado no blog Blablaismo, o qual eu também colaboro.
Freak Show - American Horror Story
Unknown
19:11
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A série de Ryan Murphy e Brad Falchuk terá como tema para a sua quarta temporada o Freak Show. A história se passará na década de 50 e será sobre um circo. Só pelo nome e pela década, já dá pra prever o que virá por aí. E boto muita fé! Outra boa nova é que, mesmo não tendo um papel principal nesta temporada, teremos Jessica Lange. Particularmente, sou muito fã dela.
American Horror Story é concebida como uma série antológica e cada temporada funciona como uma minissérie com começo, meio e fim, logo, cada temporada possui uma temática diferente.
Primeira Temporada: Murder House
A história é sobre infelidade, focada na história da família Harmon, composta pelo psiquiatra Ben, sua esposa Vivien e sua filha adolescente Violet, que se saem de Boston para Los Angeles após o aborto de Vivien e a traição de Ben. Eles mudam para uma mansão, então reformada, e conhecem os antigos moradores, que agora são seus vizinhos, sendo Constance Langdon e seus dois filhos, Addie e Tate.
Enquanto Ben e Vivien tentam reatar seu relacionamento, Violet, que sofre de depressão, encontra conforto em Tate. No desenrolar da história, a família acaba percebendo que a casa é assombrada pelos fantasmas das pessoas que morreram na propriedade. Muitas surpresas acontecem.
Segunda Temporada: Asylum
O foco aqui é sanidade. Passa-se no ano de 1964 na Instituição Mental Briarcliff para os criminalmente insanos e acompanha a vida dos pacientes da instituição, dos médicos e das freiras que lá vivem. A história também conta com casos de possessão demoníaca e abdução alienígena. Provavelmente tem a abertura mais medonha de todas as temporadas até agora.
Terceira Temporada: Coven
Trata da opressão, principalmente das minorias. Conta a história das bruxas sobreviventes após os julgamentos em Salem e que estão novamente em perigo. Há uma escola para amparar as jovens bruxas a dominarem seus poderes e conta também com a Suprema, até então ausente, que volta para garantir a segurança do covil. Também há a rivalidade entre as bruxas de Salem e as praticantes de voodoo (e garanto que o Pica-pau estava errado ao falar que voodoo é pra jacu!). Ao longo pode-se notar tratar de assuntos como racismo e relacionamento familiar (entre mãe e filha).
Com essa longa trajetória, não vejo a hora de sair logo a quarta temporada!
As vantagens de ser invisível
Unknown
18:17
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the perks of being a wallflower
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We accept the love we think we deserve
Essa era a frase que circulava na internet, a qual me identifiquei e que me fez querer assistir ao filme. Numa madrugada qualquer, eu dei play. Achei um filme que me identifiquei muito além das frases. O Charlie era um garoto sem muitos amigos, que buscava por algum tipo de interação, do jeito dele. E aceitava as coisas para poder se sentir aceito pelos outros.
O filme é baseado no livro de Stephen Chbosky. Em inglês o título é The perks of being a wallflower. Neste caso acho que a adaptação do livro pro cinema foi muito bem executada. Há coisas que o livro explora mais e há coisas que o filme explora mais. Poderia dizer que ambos se complementam na história.
O livro todo é o Charlie (Logan Lerman) enviando cartas pra uma pessoa. Não sabemos quem é essa pessoa e é irrelevante. É como se fosse um diário pra ele, um diário em que ele conta sobre o passado e sobre os novos amigos que apareceram em sua vida, principalmente a Sam (Emma Watson) e o seu meio-irmão Patrick (Ezra Miller). O livro mostra uma relação mais próxima do professor de Inglês, Bill (Paul Rudd), que possuía não só um carinho como admiração pelo Charlie.
O que gostei no livro, também, é que no Natal eles resolvem fazer um amigo secreto e o presente do Charlie pro amigo dele é uma fita e no livro há a lista de músicas:
Asleep - The Smiths
Vapour Trail - Ride
Scarborough Fair - Simon & Garfunkel
A Winter Shade of Pale - Procol Harum
Time of no Reply - Nick Drake
Dear Prudence - The Beatles
Gypsy - Suzanne Vega
Nights in White Satin - Moody Blues
Daydream - The Smashing Pumpkins
Dusk - Genesis
MLK - U2
Blackbird - The Beatles
Landslide - Fleetwood Mac
Asleep - The Smiths (sim, de novo)
Como hoje em dia ninguém mais grava fitas (triste, né? acho romântico as famosas mixtapes), fiz uma playlist no meu mp3 com essas músicas, até mesmo para ponderar algumas coisas que acontecem.
Sensibilidade incrível e frases marcantes, tanto o livro quanto o filme valem a pena. Principalmente para que a gente entenda o quão importante é tentar entender as pessoas.
Nota 5/5
Sleepy Hollow - 1ª Temporada
Com frequência eu assisto ao canal FOX, ultimamente para acompanhar, meio que de forma esporádica, os capítulo de The Walking Dead. E eis que nas chamadas eu vi anunciarem uma nova série: Sleepy Hollow. Não mostrava muita coisa, eu até mesmo pensei em como poderia se desenvolver uma série sobre um cavaleiro sem cabeça. Eu estava um pouco presa na ideia do filme de mesmo nome.
Um dos pontos positivos da série é ter uma personagem central feminina forte, a Abigail “Abbie” Mills (Nicole Beharie), que é uma policial. E um par que - pelo menos até agora - não é romântico, estabelecido somente um laço muito forte de amizade entre ela e Ichabod Crane (Tom Mison), um homem que foi ressuscitado após 200 anos e que permanecia adormecido através de um feitiço proferido por sua amada esposa - e também bruxa - Katrina Crane (Katia Winter). Eles também contam com a ajuda do capitão Frank Irving (Orlando Jones) e da irmã da Abbie, a Jenny Mills (Lyndie Greenwood).
A série se baseia, basicamente, em tentar impedir Moloch (um demônio) e os quatro cavaleiros do Apocalipse de iniciarem uma guerra, começando por Sleepy Hollow. Os episódios levam uma pitada de horror, magia e muitas surpresas, além de uma ótima atuação dos envolvidos no cast.
Apesar de ser uma série policial/horror, também tem uma boa dose de humor, principalmente pelo fato do Crane ser do século passado e, obviamente, estar ainda se adaptando às modernidades deste mundo no qual ele acordou.
Apesar de alguns episódios acontecerem de forma abrupta, pois há toda uma explicação antes da história e de como eles chegaram àquela determinada conclusão, isto não chega a atrapalhar o desenrolar dos demais capítulos. Já é uma série de 40 minutos, mas acho que se fosse para explicar muita coisa teria que ser como em Sherlock da BBC, episódios de 1:30 cada.
O final da primeira temporada teve um episódio duplo e que acabou de uma forma, digamos, totalmente inesperada, o que faz com que você não veja a hora de saber qual será o desenrolar de tudo na segunda temporada.
Para quem gosta dessa temática sobrenatural, é uma boa pedida.
Nota: 4/5
- Pra quem ficou curioso à respeito, a lenda do cavaleiro sem cabeça (the legend of Sleepy Hollow) é um conto de Washington Irving publicado em 1820. A história se passa por volta de 1790 num lugar chamado Sleepy Hollow, tendo Ichabod Crane que compete com Abraham pela mão da jovem Katrina, filha de um fazendeiro rico chamado Baltus Van Tassel. Partindo de uma festa na casa dos Van Tassel, Crane é perseguido por um cavaleiro sem cabeça, um suposto fantasma "hesseno" que teve sua cabeça arrancada por uma bala de canhão durante uma batalha da Revolução Americana. O fantasma cavalga até o local da batalha numa procura noturna pela sua cabeça. Ichabod desaparece misteriosamente da cidade, deixando que Katrina se case com Abraham. Não se sabe a natureza do cavaleiro, no entanto há indícios de que ele seja, na verdade, Abraham disfarçado. Fonte: Wikipedia.
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